segunda-feira, 23 de agosto de 2010

O FIASCO DE JARBAS EM BUÍQUE


Jarbas Vasconcelos e Marco Maciel
           Candidato de oposição quando o poder de mando é cada vez mais forte, é mesmo para definhar e sofrer as amarguras de uma candidatura ao governo do estado, que desde o princípio já apareceu natimorta. É assim que se pode observar o movimento político patrocinado pelo que restou da oposição a Eduardo Campos, ocorrido no último sábado em Arcoverde e Buíque. No fundo do poço das pesquisas eleitorais e com pouco mais de 30 dias das eleições, dificilmente Jarbas Vasconcelos vai virar o jogo a seu favor. O vira-casaquismo é um fenômeno incontrolável para quem está no poder de mando, se bem que, não é este o fator determinante para se ganhar uma eleição, pois ao derrotar Miguel Arraes, Jarbas era oposição, mas o que contava era o prestígio que adquiriu quando prefeito do Recife e o povo também já tinha cansado de Arraes no poder. Desta vez, o maior erro de Jarbas foi o de  assumir o auti-lulismo raivoso em Pernambuco, coisa que nem o próprio Serra chegou a assumir e, desta feita, deu um tiro certeiro na própria nuca e não tem jeito mais de reviver e virar o jogo político destas eleições a seu favor. Além do mais, o povo já cansou da cara carrancuda de Jarbas Vasconcelos, pois já foi o bastante ser governador de Pernambuco por duas vezes, não que Eduardo Campos seja uma renovação, mas pelo menos é mais simpático, transparente e de certa forma, projetou o Estado, até porque, é amigo do Presidente Lula, o que conta também a seu favor.

Por: Manoel Modesto

PASSEATA DE ARQUIMEDES EM BUÍQUE


       Neste sábado último (21), o ex-prefeito Arquimedes Valença, promoveu uma passeata pelas ruas de Buíque e na feira-livre, com os seus candidatos à estadual, Marcantônio Dourado e, à federal, Jorge Côrte Real, que diga-se de passagem, foi um tremendo fiasco. Diferentemente dos movimentos anteriores, quando estava no poder, o povo se aglomerava em volta do ex-prefeito e fazia questão de ir de encontro a ele e dar às mãos aos seus candidatos. Agora fora do poder, a coisa mudou de figura. O movimento ocorreu sem a menor emoção, sem vibração nenhuma e, diferentemente de quando estava no poder, Arquimedes e seus candidatos, é quem se dirigiam aos poucos populares para poder dar um aperto de mão e um tapinha nas costas, o que se comprova indiscutivelmente que, no ocaso do poder, a tendência é o político ser escanteado  impiedosamente pelo eleitor. Antes no poder, era um deus-nos-acuda, agora fora dele, o povo faz-de-conta que vota, que vê e depois dá mesmo é uma banana, é como o diabo fugindo da cruz. É a velha história de "um dia é da caça, outro do caçador". No ocaso do poder, a tendência de Arquimdes, pelo que se pode observar, é também pendurar as chuteiras, a exemplo de outros ilustres buiquenses, em que o povo não está nem aí mais para eles, independentemente do julgamento da história, que sempre tenho dito, será a senhora da razão.
Foto: PC Cavalcanti

“ A oração feita por um justo pode muito em seus efeitos”

A oração liberta os cativos, sara os doentes, consola os aflitos e oprimidos e também nos fortalece, nos edifica “ A oração feita por um justo pode muito em seus efeitos” – Tiago 5

TOME UMA ATITUDE CONTRA O MOSQUITO

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