Ipê-branco
na Praça Major França em Buíque
Ipê-branco (Tabebuia roseoalba) é uma árvore brasileira,
descrita inicialmente em 1890 como Bignonia
roseo-alba.
Seus nomes, tanto científico quanto popular, vêm do tupi-guarani:
ipê significa "árvore de casca grossa" e tabebuia é "pau" ou "madeira que
flutua".
Características morfológicas
Alcança de 7 a 16 metros
de altura, com tronco medindo de 40 até 50 cm de diâmetro.
Dotado de copa alongada,
possui um tronco ereto medindo de 40 a 50 cm de diâmetro,
com casca suberosa e superficialmente fissurada.
Possui folhas compostas
trifolioladas.
Ocorrência
Ocorre nas florestas estacionais semi-deciduais e
matas semi-decíduas, na Bolívia, Brasil (Pará, Maranhão, Piauí, Ceará, Paraíba,
Rio Grande do Norte, Pernambuco, Fernando de Noronha, Bahia, Espírito Santo,
Goiás, Tocantins, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Rio de Janeiro
e norte de São Paulo), Paraguai, Peru e Colômbia.
Em Buíque foram
plantados Ipês branco e roxo, que estão visivelmente expostos na praça Major
França.
Fenologia
Floresce principalmente
durante os meses de agosto-outubro com a planta totalmente despida da folhagem.
Os frutos costumam
amadurecer a partir do mês de outubro.
Trata-se de um tipo de
ipê muito apreciado por sua beleza e exuberância, ficando totalmente branco
durante um período muito curto, pois sua floração não dura mais do que dois
dias (em geral, por volta do mês de agosto). Às vezes repete a floração por
volta de setembro ou outubro, porém com menor intensidade.
Ecologia
O ipê-branco é uma
planta decídua, heliófita e seletiva xerófila, característica de afloramentos
rochosos e calcários da floresta semi-decídua. Ocorre tanto no interior da mata primária como nas formações
secundárias.
DISTRITOS E POVOADOS

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