segunda-feira, 20 de setembro de 2010

O QUE FAZER COM A ÁGUA DE QUE TANTO DEPENDEMOS? POR: HÉRMESON MODESTO



Hémerson Modesto*
O crescimento desordenado de nossa população, devido ao progresso do capitalismo tem posto em perigo a permanência da vida na superfície terrestre, uma vez que, o principal meio que mantém a vida dos seres na biosfera pode ser que se finde, que é a água potável. Já existem lugares no globo terrestre em que esse precioso líquido é escasso; já em outros existe abundância, mas em risco constante devido as contaminações decorrentes de diversos fatores, seja pelo seu mal uso ou desperdício, ou seja através da destruição das fontes e seus mananciais, contaminação dos lençóis freáticos, poluição dos rios, provocado por eliminação de resíduos e corpos estranhos ao meio, pelas indústrias poluidoras e também, pela população, causando efeitos nocivos também à fauna e à flora. O primeiro passo para dirimir esses problemas em relação  ao comprometimento da água da qual dependemos, é a conscientização de nossa população, aonde é preciso que cada integrante da comunidade faça sua parte, usando a água de uma forma racional e evitando o desperdício, sendo necessário que a sociedade civil organizada cobre providências das autoridades competentes a respeito de suas obrigações e deveres para com o meio ambiente, a fim de que possam incrementar iniciativas que venham subsidiar um desenvolvimento sustentável, com a implantação de projetos que criem um aterro sanitário em local que não afete tanto o meio-ambiente,  e torne impossível o contato de seus resíduos com o lençol freático, criando redes de saneamento básicos e desenvolvendo mecanismo de tratamento de água antes de devolver à natureza, purificando-a, protegendo as fontes e mananciais bem como, incentivar o reflorestamento e a preservação da natureza como bem maior da vida na face da Terra. A conscientização é o elo entre a reciprocidade de deveres e obrigações que devemos ter para com o próximo e com o meio ambiente, quando aprendermos a respeitar  os limites e limitações do meio  ao qual estamos inseridos, agindo assim, iremos com certeza, proporcionar condições de nos tornarmos cidadãos de fato e de direito, possibilitando o acesso a uma qualidade de vida digna as gerações presente e, sobretudo, as futuras.


NOTA: *Artigo de autoria de Hérmeson Modesto. Hémerson, é graduando em Gestão Ambiental pela Universidade Federal de Pernambuco - UFPE, e foi o primeiro lugar no vestibular.

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