
Consciente de que as demissões podem refletir negativamente na imagem da Prefeitura, Genivaldo adianta que “entre ficar bem politicamente e me tornar inelegível pela rejeição das contas, prefere cumprir "com os compromissos que tem com o povo de Águas Belas”. Isso porque, caso as contas sejam rejeitadas, o município deixa de receber verbas e apoio dos Governos Estadual e Federal e assim fica impossibilitado de oferecer benefícios para a população. Um dos problemas mais comuns encontrados é a capacidade de endividamento com pessoal muito próxima, ou até superando o que prevê a Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF).
A situação se alastra por municípios em todo o país. A queda do repasse do FPM (Fundo de Participação dos Municípios) e, principalmente, a diminuição orçamentária do Fundeb (Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação) para as prefeituras levou a crise para cidades como Sirinhaém, Belo Jardim, Afogados da Ingazeira e São José do Egito
POR: BLOG DA FOLHA-PE